O homem solitário e o fuscão preto
Alguns anos atrás na década de 90, numa cidadezinha do interior da Bahia, com uma população de 4 mil habitantes, lá existia um homem muito solitário.
Ele não tinha pai e nem mãe era sozinho no mundo, ele se sentia tão sozinho que passou na cabeça dele de suicida-se.
Sua vida não tinha mais valor com os olhos cheio de água ele começou andar deixando a cidadezinha para traz, depois de muito tempo andando ele chegou numa casa abandonada.
O homem ficou curioso, e entrou na casa ao entrar na casa ele viu um fuscão preto bem antigo e enferrujado e cheio de casa de aranha e seus pneus todo estragado.
O homem se aproximou ao carro e aconteceu uma coisa estranha. Os faróis acenderam e depois apagam. O homem nem ligou, pois ele se sentia sem valor, ao rodar o carro ele buzinou. O homem aproximou-se do carro e entrou dentro dele e tentou liga-lo ele ficou surpreso, pois o carro ligou.
_ Nossa! Tanto tempo parado e ainda está funcionando!
Nesse momento o homem começou a gostar do carro e começou a concertá-lo. Um mês depois o fuscão ficou novinho em folha, nem parecia aquele carro sujo e enferrujado.
O homem se apegou tanto ao carro que para ele não era apenas um carro era também a sua família que ele não tinha.
O homem percebeu que ele não estava mais sozinho e eu tinha um motivo para viver.
Fábio Nogueira, aluno do 9° ano VI
Fernando e o otário
Fernando estava sentado na beira da estrada pensando na próxima peça que iria pregar em alguém, quando viu um sujeito se aproximando. Ele sentou-se a sombra da árvore e começou a lamentar em voz alta:
_ Eu não quero me casar com a filha do rei! Eu não quero me casar com a filha do rei!
Ouvindo aquilo o homem parou.
_ O que está acontecendo, moço? Perguntou.
_ O rei quer me obrigar a casar com a princesa, mas não quero me casar com ela. Respondeu Fernando.
_ Isso lá é verdade? Perguntou o homem.
_ Claro que é senão porque estaria a me lamentar...?
_ Como esse fulano é besta, pensou o homem. E como se ele não quisesse nada, perguntou onde ficava o palácio do rei.
Fernando explicou e o homem se despediu.
Disfarçadamente, Fernando o seguiu. O homem foi direto ao palácio, e em frente dos portões o homem começou a gritar:
_ Quero me casar com a filha do rei!
_ Quero me casar com a filha do rei!
Ouvindo aquilo o rei mandou prende-lo.
Fernando ria, já pensando no próximo otário que iria enganar.
Fernando Ribeiro, aluno 9° ano VI
Obstáculos e vitórias
Um rico fazendeiro, grato a Deus por sua grande propriedade, resolveu doar uma parte de suas terras.
Queria que todos tivessem a mesma oportunidade de receber o presente. Colocou na estrada, bem em frente a sua casa uma grande pedra. Depois ficou escondido para ver qual seria a reação daqueles que por ali passassem, já que era caminho obrigatório...
Durante horas viu seus vizinhos e até desconhecidos cruzarem por aquele caminho. Todos desviavam do obstáculo e alguns reclamavam bastante do descaso daquele rico fazendeiro.
“O homem tem tanto dinheiro e tantos empregados e nem se importa com o fato e com esta pedra que está atrapalhando a passagem dos outros. Que absurdo”. Eram os comentários mais freqüentes.
De repente passou pelo local um humilde empregado de um sitio vizinho. Ao ver a grande pedra, deixou de lado o que tinha nas mãos e, com muito esforço, arrastou a pedra até o canto da estrada, liberando o caminho para ele e para quem mais viesse à passar por ali.
Quando voltou para pegar suas mercadorias percebeu que bem no local onde se encontrava a pedra havia uma pequena bolsa, abrindo-a encontrou a carta do fazendeiro dizendo que a pessoa que tirasse a pedra do caminho receberia de presente, uma de suas melhores fazendas.
É comum reclamar quando as dificuldades surgem no meio do caminho. Lamentar a sorte e até fazer comparações com os outros que parece ter uma vida melhor...
Mas, o que precisamos entender é que muitas vezes são as dificuldades e obstáculos da vida que nos proporcionam as melhores oportunidades de crescimentos e vitórias.
Suely Maria da Silva, aluna 9° VI


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