Situado no distrito de Itamirim - Município de Espinosa, MG.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
E.E. WASHINGTON XAVIER MENDES
AGRADECE AOS ALUNOS, PROFESSORES E A SOCIEDADE ITAMIRIENSE QUE PRESTIGIARAM E APOIARAM ESTE EVENTO DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA A SOCIEDADE ESPINOSENSE.
1ª FEIRA CULTURAL
"ARTE, IDENTIDADE E EDUCAÇÃO"
BARRACAS:
DO RECADO, COMIDAD TÍPICAS, JOGOS E BRINCADEIRAS, PLANTAS MEDICINAIS, ARTESANATO.
BARRACAS:
DO RECADO, COMIDAD TÍPICAS, JOGOS E BRINCADEIRAS, PLANTAS MEDICINAIS, ARTESANATO.
Contos
O homem solitário e o fuscão preto
Alguns anos atrás na década de 90, numa cidadezinha do interior da Bahia, com uma população de 4 mil habitantes, lá existia um homem muito solitário.
Ele não tinha pai e nem mãe era sozinho no mundo, ele se sentia tão sozinho que passou na cabeça dele de suicida-se.
Sua vida não tinha mais valor com os olhos cheio de água ele começou andar deixando a cidadezinha para traz, depois de muito tempo andando ele chegou numa casa abandonada.
O homem ficou curioso, e entrou na casa ao entrar na casa ele viu um fuscão preto bem antigo e enferrujado e cheio de casa de aranha e seus pneus todo estragado.
O homem se aproximou ao carro e aconteceu uma coisa estranha. Os faróis acenderam e depois apagam. O homem nem ligou, pois ele se sentia sem valor, ao rodar o carro ele buzinou. O homem aproximou-se do carro e entrou dentro dele e tentou liga-lo ele ficou surpreso, pois o carro ligou.
_ Nossa! Tanto tempo parado e ainda está funcionando!
Nesse momento o homem começou a gostar do carro e começou a concertá-lo. Um mês depois o fuscão ficou novinho em folha, nem parecia aquele carro sujo e enferrujado.
O homem se apegou tanto ao carro que para ele não era apenas um carro era também a sua família que ele não tinha.
O homem percebeu que ele não estava mais sozinho e eu tinha um motivo para viver.
Fábio Nogueira, aluno do 9° ano VI
Fernando e o otário
Fernando estava sentado na beira da estrada pensando na próxima peça que iria pregar em alguém, quando viu um sujeito se aproximando. Ele sentou-se a sombra da árvore e começou a lamentar em voz alta:
_ Eu não quero me casar com a filha do rei! Eu não quero me casar com a filha do rei!
Ouvindo aquilo o homem parou.
_ O que está acontecendo, moço? Perguntou.
_ O rei quer me obrigar a casar com a princesa, mas não quero me casar com ela. Respondeu Fernando.
_ Isso lá é verdade? Perguntou o homem.
_ Claro que é senão porque estaria a me lamentar...?
_ Como esse fulano é besta, pensou o homem. E como se ele não quisesse nada, perguntou onde ficava o palácio do rei.
Fernando explicou e o homem se despediu.
Disfarçadamente, Fernando o seguiu. O homem foi direto ao palácio, e em frente dos portões o homem começou a gritar:
_ Quero me casar com a filha do rei!
_ Quero me casar com a filha do rei!
Ouvindo aquilo o rei mandou prende-lo.
Fernando ria, já pensando no próximo otário que iria enganar.
Fernando Ribeiro, aluno 9° ano VI
Obstáculos e vitórias
Um rico fazendeiro, grato a Deus por sua grande propriedade, resolveu doar uma parte de suas terras.
Queria que todos tivessem a mesma oportunidade de receber o presente. Colocou na estrada, bem em frente a sua casa uma grande pedra. Depois ficou escondido para ver qual seria a reação daqueles que por ali passassem, já que era caminho obrigatório...
Durante horas viu seus vizinhos e até desconhecidos cruzarem por aquele caminho. Todos desviavam do obstáculo e alguns reclamavam bastante do descaso daquele rico fazendeiro.
“O homem tem tanto dinheiro e tantos empregados e nem se importa com o fato e com esta pedra que está atrapalhando a passagem dos outros. Que absurdo”. Eram os comentários mais freqüentes.
De repente passou pelo local um humilde empregado de um sitio vizinho. Ao ver a grande pedra, deixou de lado o que tinha nas mãos e, com muito esforço, arrastou a pedra até o canto da estrada, liberando o caminho para ele e para quem mais viesse à passar por ali.
Quando voltou para pegar suas mercadorias percebeu que bem no local onde se encontrava a pedra havia uma pequena bolsa, abrindo-a encontrou a carta do fazendeiro dizendo que a pessoa que tirasse a pedra do caminho receberia de presente, uma de suas melhores fazendas.
É comum reclamar quando as dificuldades surgem no meio do caminho. Lamentar a sorte e até fazer comparações com os outros que parece ter uma vida melhor...
Mas, o que precisamos entender é que muitas vezes são as dificuldades e obstáculos da vida que nos proporcionam as melhores oportunidades de crescimentos e vitórias.
Suely Maria da Silva, aluna 9° VI
Crônica
Meio ambiente: O fogo destrói
Um dia, seu Durval, fazendo uma roça no seu terreno, na Serra da Capivara, colocou fogo numa coivara. Como estava ventando muito, pegou fogo na mata. Queimando uma grande área, atingindo a rede de água da comunidade, vários terrenos a beira da serra, vários bichos nativos daquela região. Como não tinha pessoas habilitada pra o controle de incêndio, ficou vários dias queimando, e a população para não ter mais prejuízos foi fazendo aceiro tentando controlar o incêndio.
Depois de controlar o incêndio da floresta, a preocupação foi com a recuperação da rede de água, pois a população dependia totalmente dela.
Com os anos a mata, no seu ciclo natural, foi se recuperando, e hoje está tudo como era antes.
Hoje em dia a Serra da Capivara é controlada pelo IBAMA, e não acontece mais isso, porque a fiscalização é muito rigorosa. As nascentes são preservadas e protegidas por todos. Essa grande tragédia aconteceu no ano de 2004.
Nubiani da Silva Correia, aluna do 8° ano VI
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)



